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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Soneto

Soneto
A mesma rotina
A mesma sina,
 O céu entristecido
Por estar enegrecido.

Sua tristeza vai
Além do que a
Imaginação faz
Parecer o fim,

Seu único consolo
É que de tantos
Perdidos, ainda
Alguns pedem socorro.

Arrepende-te agora, pois
Eis que não demora a
Volta de quem em outrora,
Morreu por ti na cruz.

E, quem diria,
O nascido na manjedoura,
Deu-lhe paz e vida
Em abundância,

Quando, na tua ignorância,
Tudo o que tu querias
Era morrer...

Morreu e acabou por viver.

Fernanda Guedes
06.05.2008

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